quinta-feira, 24 de maio de 2012

ir até onde o povo está

É assim que o Conectivo Corpomancia vêm respondendo aos "diretamente atingidos" pelas intervenções urbanas do Projeto "Sem cerimônia" (Por que dançar na rua??? Por que queremos ir onde o povo está). Contemplado pelo prêmio Artes na Rua 2011, da Funarte, a ideia foi abrir esta discussão em torno do movimento da cidade, criando ruídos capazes de serem percebidos por quem está no ponto de ônibus, parado no trânsito ou andando pela calçada. A proposta de dança é bem singela, mas nada simples é passar desapercebido com os equipamentos de fotografia para registrar as performances sem tantos ruídos a mais. Esse tem sido o trabalho de Helton Pérez e a foto em questão foi feita caminhando e com cara de que nem estava vendo, muito menos fotografando.
Mais informações do projeto em www.corpomancia.com br.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Guia, Rumos


Próxima terça-feira (29 de maio), Cena 11 e Rumos Itaú Cultural estarão em Campo Grande.

Com o Grupo Cena 11 talvez tenha experimentado a sensação mais radical de liberdade, tamanha que chegava a se confundir com o extermínio da própria existência, porque lançava mão de abandonos violentos. O impacto da queda sem intermediário nenhum entre o chão e a face nua (frente e/ou trás) do corpo inteiro, essa unidade, apresentava a violência sutil de só se deixar levar, se expor à soberania da gravidade, sem qualquer resistência.
Por isso uma tensão entre morte e vida, violência e sutileza nos trabalhos do grupo catarinense Cena 11 experimentada, antes, na própria vida do diretor, Alejandro Ahmed. Acometido, desde a infância, de uma doença chamada “osteogênese”, que gera enfraquecimento nos ossos a ponto de romperem com leves esbarrões, seus movimentos adaptativos, para sobreviver, levaram-no à interessante saída paradoxal: choques violentos não causavam fraturas.
“O que era uma necessidade particular de sobrevivência se transformou na elaboração de uma técnica.”, escreveu Maíra Spanghero, em seu blog Corpo Remoto Controlado[r]. Ex-integrante do Grupo, é autora do livro “A dança dos encéfalos acesos” (2003), que delineia um olhar particular sobre o modo de fazer dança contemporânea do Cena 11 – o livro foi fruto de pesquisa de mestrado em Comunicação e Semiótica na PUC de São Paulo.
No artigo “Vontade de ultrapassar”, Maíra continua: 

“O que o Cena 11 faz é um exercício de controle de situações que habitualmente são incontroláveis ou que ninguém se dedica a controlar. Por exemplo? Uma queda, um esbarrão, um atrito, um desgaste. Não há como evitar a queda e o impacto. Nosso corpo, em geral, não tem treino: cai e se machuca. Então, como fazer para ficar mais resistente ao choque e não quebrar? Aparentemente, parece um corpo-marionete, mas o movimento criado pelo Cena 11 está ampliando os comandos do corpo humano, desenvolvendo habilidades, tornando-o mais capaz e menos susceptível ao machucado. (...) Aquilo que pode parecer muito pouco humanizador, os rôbos, as quedas, a violência é na verdade uma estratégia absolutamente orgânica para o corpo continuar humano e melhor adaptado.”
Dia 29 de maio de 2012, terça-feira, os e as campo-grandenses terão a oportunidade de sentir de perto o Grupo Cena 11. O espetáculo Guia de ideias correlatas será apresentado no Teatro Prosa, do Sesc Horto, às 20h (entrada gratuita).
Logo em seguida, a equipe Rumos Itaú Cultural irá apresentar o edital Rumos 2012, direcionado à Dança, Cinema e Vídeo, Moda e Design.
Será uma boa oportunidade para tirar dúvidas quanto aos procedimentos para inscrição de projetos e, bem importante, sobre o entendimento deles sobre pesquisa em dança.
O edital Rumos Dança irá financiar propostas nas seguintes “carteiras”:

1.     Dança para crianças
2.     Dança para formadores
3.     Residência
4.     Desenvolvimento de pesquisa para criação

Levem caderninho, caneta e muitas perguntas para o Teatro Prosa. Da conversa podem surgir vários probleminhas, desses gostosos de se resolver dançando.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

7ª Aldeia SESC Terena de Artes e Cultura

Começa dia 09 de maio a 7ª Aldeia SESC Terena de Artes e Cultura com programação intensa que envolve cinema, teatro, dança, música, palestras, oficinas, entre outras atividades. Na dança, além do espetáculo "Escapada" da Cia Mário Nascimento (MG), teremos também as intervenções urbanas do "Sem Cerimônia", projeto contemplado pelo Edital Funarte Artes na Rua 2011. O "Sem Cerimônia" é uma proposta do Conectivo Corpomancia que tem como objetivo performar o corpo sem cerimônia com os adereços urbanos da cidade, seus meios-fios, suas construções em construção, suas faixas de pedestres, seus pontos de ônibus, suas lixeiras, suas filas, seus parques, suas instalações comerciais e seus pedestres. No elenco estão Yan Chaparro, Paula Bueno, Marcos Mattos, Franciella Cavalheri e eu, Renata Leoni. Estão também os corpomantes Jonas Feliz (trilha), Mary Saldanha (figurinos), Maíra Espíndola (material gráfico), Helton Pérez/Vacaazul (registro audiovisual e fotografia) e Arado Cultural (produção). Maiores informações em http://www.corpomancia.com.br/

domingo, 6 de maio de 2012

Escapada, Cia Mario Nascimento em Campo Grande

Dia 16 de maio, chega a Campo Grande a Cia Mário Nascimento (BH) pelo Projeto Palco Giratório/SESC 2012. O espetáculo é uma revisita à obra original dançada por ele em parceria com o músico Fábio Cardia. Nesta versão, 14 anos depois, Mário Nascimento e os cinco bailarinos da Cia, voltam a cena e aprofundam a pesquisa em torno das questões do homem contemporâneo, sufocado pelas grandes cidades. O espetáculo será às 20h no Teatro Glauce Rocha, segundo informações em http://www.sescms.com.br/sescdestaque/. Mário Nascimento teve uma relação com Campo Grande por meio dos trabalhos que fez para a Ginga Companhia de Dança, como coreógrafo. Nos primeiros anos da Ginga, Mário compôs trabalhos em jazz, dança contemporânea e dança moderna, resultando em diversos prêmios em festivais nacionais. Pode-se dizer que os caminhos de ambos se cruzaram e os aprendizados foram mútuos. Vale a pena conferir! Escapada com a Cia Mário Nascimento Local: Teatro Glauce Rocha Horário: 20h Duração: 60 minutos. Classificação: 14 anos. Ingressos: R$5,00 (meia) e R$10,00

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bienal Internacional de Dança de Curitiba

Esta semana acontece a Bienal Internacional de Dança de Curitiba com atrações de vários lugares do país e de outros países com o lema "a dança em todos os estilos”. A Bienal abrangerá diferentes modalidades: dança clássica, contemporânea, danças urbanas, dança de salão, jazz dance e videodança. A programação completa pode ser acessada no site oficial do evento http://www.bienaldanca.org.br/. Vou tentar assistir alguns espetáculos... Tem um especialmente que me atraiu a atenção: "Por um Fio" da Mimulus Cia de Dança de Belo Horizonte, que tem seus trabalhos construídos a partir dos conhecimentos da dança de salão, em seu aspecto cênico. Quem puder, acho que valerá a pena assistir. O espetáculo será dia 29, às 19h30 no Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante. Depois conto como foi.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Encuentro

1er ENCUENTRO LATINOAMERICANO de

INVESTIGADORES SOBRE CUERPOS Y CORPORALIDADES EN LAS CULTURAS

1 al 3 de agosto de 2012

Fac. de Humanidades y Artes, Universidad Nacional de Rosario,

Rosario, Argentina.

Extensión del Plazo para envío de RESÚMENES

FECHA LIMITE DE ENVIO DE RESUMENES y/o VIDEOS: 4 DE MAYO DE 2012

FECHA DE COMUNICACIÓN DE RESUMENES ACEPTADOS: entre el 11 y el 18 DE MAYO DE 2012

FECHA LIMITE DE ENVIO DE TRABAJOS FINALES: 30 DE JUNIO DE 2012

Nuevos GRUPOS DE TRABAJO(Nro. 13, 14 y 15) y Pautas para TRABAJOS FINALES

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Show comemorativo 1% pra Cultura

No próximo 11 de abril, a partir das 18h na Praça do Rádio Clube será realizado o show comemorativo do movimento 1% pra Cultura com a participação de vários artistas sul-mato-grossenses. O motivo da comemoração se refere aos avanços obtidos junto ao executivo municipal com a destinação de R$ 1.500.000,00 para os fundos municipais, FMIC E FOMTEATRO. A dança estará lá, representada pelas atrações: Quadrado da Dança, do Fórum MoviMente e pelos grupos Expressão de Rua e Bailah - Grupo de Dança de Salão da UFMS.

Vamos lá marcar presença e unir forças em torno de uma reivindicação que já está no Plano Municipal de Cultura. A luta continua!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Os Corcundas


"Os Corcundas é um espetáculo de dois feios que não falam a nossa língua"... Foi isso que ouvi dizer entre um elogio e outro deste trabalho que fui ver anteontem, 2 anos depois de sua estreia. Logo de cara vejo que é isso mesmo + duas investidas ousadas: um trabalho sobre um tipo de corpo - "o feio" e sobre o amor. Penso então... Como não cair em um clichê tratando de elementos "tão comuns"? Acredito que as investidas sobre o corpo na dedicação de experimentá-lo quanto o maior e melhor recurso para A CENA foi a peça chave para o sucesso deste trabalho que ainda tem como escolha O SIMPLES - outra "coisa" difícil de alcançar... E possível!

Dedico este espaço ao Circo do Mato e os atores Aline Duenha e Mauro Guimarães, assim como o diretor Breno Moroni pelo trabalho que me tocou.


Foto: Larissa Pulchério.

terça-feira, 27 de março de 2012

Boca de Cena - semana do teatro de Campo Grande


Começa hoje, terça-feira, o Boca de Cena - semana do teatro de Campo Grande. É uma ação articulada pelo Colegiado Setorial de Teatro, o que indica que estão caminhando positivamente nas suas articulações entre a classe e o poder público. Outro indicativo é que hoje, na abertura, será lançado o edital para o "Prêmio Estadual de Montagem de Espetáculos de Teatro 2012". A setorial de teatro está criando seus caminhos e isso é coisa boa ;) 

segunda-feira, 26 de março de 2012

"Propina’s Day" - Eu recomendo!!!

Olá pessoal, hoje pela manhã assisti o espetáculo "Propina’s Day" da galera do Mercado Cênico, um espetáculo que tem uma pegada de humor,super inteligente e critico, seria bacana se todos pudessem assistir...

Em “Propina’s Day – um teatro de incoerência política” que o Mercado Cênico apresenta nesta terça (27) e sábado (31), o óbvio pode parecer o mais fácil e a incoerência pode ser o mais coerente para a visão humana e crítica do espectador.

Usando os velhos jingles e a cara de pau dos políticos o espetáculo aborda varias questões políticas e sociais de forma humorada e ácida, satirizando a situação política local e nacional. O espetáculo foi construído através de vivências e abordagens da política brasileira, com a proposta de interferência e cenas fragmentadas, onde não existe mocinho e nem bandido, todos são políticos, cada um subverte a própria imagem, onde o super herói se torna um simples mortal e o rato um estigma personalizado e interferindo na sequencia lógica do espetáculo.

Satirizando a política os atores Patrycia Andrade, Vitor Samudio, Bruno Moser, Yuri Fechner e Diogo Adriani levam para a rua um espetáculo que assim como grande parte dos politiqueiros não se preocupa em atender os anseios do povo-espectador. O espetáculo conta ainda com Chico Simão que junto com os atores farão um grande carnaval ao vivo que pode acabar em pizza ao som da Artista Pop Lady Gaga em forma de rato de esgoto.

O espetáculo conta com o investimento da Prefeitura de Campo Grande e FUNDAC pelo edital do Fomteatro.


Serviço:


Terça (27) as 10h no Calçadão da Barão, e Sábado (31) as 17h no Parque do Sóter. O espetáculo é de rua e gratuito.


Prestigiem...

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Escurial



O Escurial” continua com apresentações no Armazém Cultural hoje e sábado sempre às 20h com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00. São apenas 200 lugares por noite. Não deixem pra última hora. Ingressos a venda no local com 1h de antecedência.


Em cena: Bruno Moser e Camilah Brito . Direção e iluminação de Espedito Di Montebranco.
Realização AACP- Associação Artística Cultural Palco de Artes Cênicas, Esporte, Lazer e Promoção Social
Grupo Teatral Palco, Sociedade Dramática
Investimento: Fomteatro/Fundac/ Prefeitura Municipal de Campo Grande.

Videodança por Ralfer Campagna

video

Olá, esse videodança foi um dos últimos que assisti e que me chamou muito a atenção, gostei bastante e senti que fazia parte do momento que estou passando durante a criação de um espetáculo de dança. O vídeo surgiu a partir de Megan Lawson que ganhou de seu amigo uma música e para surpreendê-lo resolveu fazer esse vídeodança, misturando todas as particularidades que envolvem o seu mundo.

O que me identifiquei realmente é o hibridismo da dança contemporânea com as danças urbanas, apropriando-se do título “Obsessed” e deixando a movimentação com um repertório amplo e com infinitas possibilidades.

Considero a abordagem realizada como o Hip Hop na contemporaneidade, a utilização da biblioteca como espaço de performance, a ideia de uma mulher obcecada por leitura e/ou livros, me remete a um questionamento contemporâneo e principalmente a uma individualidade da intérprete, mas com uma movimentação mais característica das danças urbanas.

O espetáculo no qual estou no processo de criação também vem com essa abordagem, dialogando as danças urbanas com a contemporaneidade e assistir videodanças com esse foco vai me norteando e me ajudando na construção do mesmo.

Espero que gostem do videodança, ele é bem envolvente e bacana.

texto de Ralfer Campagna - interprete criador e performer da Cia. Dançurbana e Grupo Expressão de Rua.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Estrutura Heurística, por Dra. Christine Jamieson.


Uma estrutura heurística é aquilo que orienta o sujeito cognoscente em direção ao conhecido desconhecido. Diversamente de um mapa que nos guia até um destino conhecido, uma estrutura heurística conduz a pessoa ao que é desconhecido. Nos termos de Lonergan, conduz o sujeito ao conhecido descohecido. Nós sabemos que ele é desconhecido. Nós sabemos que desejamos entender. Nós não possuímos um caminho direto que nos conduz ao entendimento. Nós temos a estrutura heurística. A estrutura heurística é o que nos torna capazes de criar uma estratégia que nos fornece insights no sentido do que é desconhecido.

Estrutura heurística é a nomeação do desconhecido cujo conhecimento nós antecipamos quando finalmente entendemos. Outra forma de afirmar istoé que uma heurística é uma questão orientadora que nos guia até insights. O que era implícito torna-se explícito, o que era desconhecido torna-se conhecido. Esta transformação no interior do sujeito, no interior do cognoscente, é possibilitada por meio da estrutura heurística.

A ligação entre a interrogação e o entendimento é a estrutura heurística. A estrutura heurística conecta-se de maneira intricada à antecipação do entendimento que a pessoa experimenta espontaneamente quando realiza uma busca. Assim, o movimento que acontece inteligentemente do questionamento ao insight é o que Lonergan denomina Heuristico. O movimento, ou a evolução, segue um caminho que não é designado. É um caminho que nos sinais mas não rotas precisas.

A estrutura heurística não é portadora de conteúdos. Os critérios de estruturas heurísticas satisfazem-se apenas e tão somente quando a forma que eles antecipam são preenchidas. O conhecimento completa essa forma demandada. A estrutura heurística é separada do conteúdo existente desse entendimento. Não possuindo substância, a estrutura heurística é uma orientação em direção ao desconhecido. Ela permite dar um nome ao desconhecido.

http://lonergan.concordia.ca/glossary/glossary_e-l.htm

segunda-feira, 19 de março de 2012

II Seminário Dança Teatro Educação em Fortaleza

Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos para o II Seminário Dança Teatro Educação, realizado em Fortaleza pelo Instituto de Cultura e Arte e Cursos de Licenciatura em Dança e em Teatro/UFC. Os trabalhos poderão ser enviados até 30 de março. O tema do seminário deste ano é Invenções do ensino em arte: eu artisto, tu artistas, ele artista.... Maiores informações estão no documento abaixo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

não me diga adeus


Não Me Diga Adeus (Aracy de Almeida) by Sheila Ribeiro e Núcleo do Dirceu from dona orpheline on Vimeo.

Logo que o Marcos me convidou para contribuir com a sessão “videodança” do blog Movimente, comecei a pensar no que havia me tocado das obras que assisti nos últimos meses.

Achei interessante o projeto "Lugar para ficar em pé – carnaval mental, precariedade erótica" (2008), desenvolvido em Teresina (PI) pela Sheila Ribeiro com o Núcleo do Dirceu, com participação de profissionais do Teatro Municipal João Paulo II e dos videoartistas Alexander Galvão, Alex Coimbra e Oswaldo Jales.

Sheila estuda no programa de comunicação e semiótica na PUC-SP e sua pesquisa de doutorado é sobre corpomídias na metrópole comunicacional lido, entre outros conceitos, por um que ela mesma criou, o de “congruência absurda”. Foi durante as aulas que me interessei em conhecer mais sobre seu trabalho artístico.

O blog do Núcleo do Dirceu descreve “Lugar para ficar em pé - carnaval mental, precariedade erótica” da seguinte maneira:
Avenidas longas e largas exibem lojas de carros multinacionais. O sol reflete no asfalto. Prédios de estética novo-rico com suas janelas brilhantes, sacadas, condomínios com guaritas e câmeras de vigilância. A imagem privilegia a imitação (de mármore, de corporativismo e outras). Casas populares, muros com poeira. Outdoors propõem um Ipod como uma jóia; cursos de informática prometem melhor lugar no futuro; cursos de inglês, um passaporte para o mundo, mostram a insuficiência do saber atual e ameaçam exclusão do circuito; perfume globalizado perfuma o desejo da cidade; uma mulher latina vende um jeans e seus dotes eróticos. A idéia de trabalhar em Teresina – aldeia metropolitana-, no bairro do Dirceu-ex-periferia, novo lugar transformador e em transformação - e com o Núcleo de Criação do Dirceu, a convite de Marcelo Evelin, seduziu Sheila Ribeiro, da companhia Dona Orpheline que permanecerá na cidade durante um mês.

(…) Sob o pretexto de videoclipes, com músicas de amor, Sheila Ribeiro faz uma leitura do contexto sócio-cultural e político desta cidade. A partir de locações de Teresina, utiliza-se de placas de ruas com nomes de militares, coronéis, indigenas – poderosos e oprimidos (como por exemplo, o de Domingos Jorge Velho) – que constroem e formam a psiquê de vigilância constante desta cidade; explora também o clichê da aridez, utilizando a vegetação de cactus, porém em jardins artificiais. As músicas são diversificadas seja em termos etários, culturais e de experiências subjetivas. Exploram desejo reprimido, desejo mal-usado, doçura, histeria, repressão, ambiguidade etc. Entre elas, “Não me diga adeus”, de Aracy de Almeida – grande cantora do rádio e ex-jurada do programa de calouros Silvio Santos (...).

(texto na íntegra disponível em: http://www.nucleododirceu.com.br/lugar-para-ficar-em-pe/)

"Não me diga Adeus" foi uma das videodanças produzidas por eles. Outras duas (Wild in the wind e Pazza Idea), estão disponíveis em: http://vimeo.com/18414832

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mareu MoviMenta

foto: Jerry Slade

A foto da semana é dedicada a Maria Elvira Machado. Filha de Campo Grande, artista da dança que passeia por vários lugares do mundo e que, agora, re - pousa aqui no seu berço para trocar experiências com o profissionais da dança ativos aqui no estado.

A oficina "Técnica de dança contemporânea: Flying low, Foor work e Release, acontecerá nesta semana - de quinta a sábado. Uma realização da Fundação de Cultura do Estado do MS.


domingo, 11 de março de 2012

Rosa Primo pergunta

Um corpo é já um corpo histórico - um tempo vivido, materializado. Como o corpo dançante desmaterializa esse tempo e cria condições para uma dramaturgia em dança? por Rosa Primo


Rosa Primo é coordenadora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará (UFC), pesquisadora em dança, concentrada principalmente nas áreas da teoria da dança, filosofia e corporeidade dançante. Doutora, com estágio de um ano no curso de dança da Université de Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004) em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará - ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Possui graduação em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1999).

sábado, 10 de março de 2012

Um pouco do corpo

Quero falar de um corpo que desnecessita de lamúrias que estagnam o mesmo. Quero falar de um corpo próprio ao que se faz quando caminha, longe de vícios e deflagração pueris que transmite ao corpo alguma lógica colonizadora. Quero falar de um corpo sem medo do espelho, do rosto que suplica auto-conhecimento, e se vê quando inscreve códigos ao ar, próprios da natureza cotidiana. Quero falar de um corpo desnaturalizado, almejado pela valentia do suor de quem suspira um outro querer, longe de aspectos estereotipados que coagulam o sangue. Quero falar de um corpo instigante, não de linhas que furam os olhos, e constrói uma dança viciada por um querer que foge do próprio corpo. Quero falar de um corpo mais perto do meu sono, da minha reza, do meu respirar.

domingo, 4 de março de 2012

fotos de Gil Grossi - fotodança

A foto da semana é na verdade uma galeria de fotos de Gil Grossi. Me interessei muito por um trabalho denominado "fotodança" desenvolvido por ele... Mais especificamente do trabalho chamado "ponto de vista", realizado no Sesc Pompéia - SP, em 2004.
Gil Grossi é pesquisador em fotografia e dança contemporânea desde 1985. Atualmente, pesquisa a fusão da dança, das artes visuais e da poesia.

sábado, 3 de março de 2012

Amnésia por Yan Chaparro e Helton Pérez

Olá pessoal, essa semana trago um videodança de um amigo, colega de grupo e pesquisador das possibilidades em dança contemporânea. É interessante ver os processos e as criações tomando forma, principalmente quando a inquietude e o solucionar dos problemas, sejam eles quais forem, começam a vir a tona em forma de produções artísticas. Valeu Yan e Helton, por mais um trabalho com uma qualidade plástica e estética bem bacana.

Apresento-lhes - Amnésia

Amnésia conta sobre a ruptura existente entre apropriação histórica e cidade em Campo Grande, MS. Tecendo uma tênue critica em relação a memória entre o cotidiano de Campo Grande. O vídeo incrementa em sua estética movimentos disformes, mas alguns bem acentuados, brincando com o próprio movimento da memória, e vai para o trilho de um trem que não passa mais. Amnésia envolve-se por fatores binários que forma uma acentuada desconexão do que é e do que pode ser, mas remete a uma verdadeira nostalgia prevalecendo fotografias que refaz o que só ficou.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Uma homenagem para Jefferson Menezes, que faleceu ontem e fez uma breve e linda história na dança, encantando com a sua beleza e queridisse todas as salas e palcos que passou. Feliz foi quem o conheceu e quem dançou com ele.

Mais do "Bolacha" - como era chamado, em: http://dancurbanaciadedanca.blogspot.com/2008/05/jefferson-menezes-bolacha.html

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Respeitável Vegetal por Joyce Marques

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Em seu contexto o vídeo trata da questão da identidade de cada um perante a sociedade. Quem devemos, podemos, queremos ou temos que ser? Essa é uma pergunta sempre presente no dia a dia mas, quando estamos sozinhos a pergunta muda e passa a ser: Quem sou? Mas, muitas vezes, pela quantidade de máscaras que somos impelidos a usar, a pergunta acaba sendo feita a outro e não a nós mesmos porque a confusão é tanta dentro de nós que precisamos ouvir de outro quem somos. E na grande maioria das vezes (para o outro) somos o que a música utilizada no vídeo diz, lógicos, responsáveis, práticos, intelectuais, aceitáveis, responsáveis e apresentáveis mas, na verdade, somos cínicos, doentes, verdadeiros vegetais. Reis ouvindo conselhos de vermes, puros sangue carregando carroças.

E a grande sacada é, perceber isso e saber que não tem que ser assim! E o vídeo quer passar essa ideia.

Produção: Joyce Marques

Interprete: Joyce Marques

Edição: Júlio César

Colaboração: Marcelo Pirani

Trilha: The Logical Song – Supertramp

Data: 16/04/2010

Carnaval 2012, por Débora Higa


O que move a humanidade?

Após aceitar imediatamente o convite feito por Renata Leoni, percebi a fria onde estava me mentendo. Falar sobre carnaval, comissão de frente e toda a magia que envolve esta festa não é fácil para uma leiga como eu. Mas aproveito a empolgação e sigo em frente... Carnaval 2012 – Corumbá/MS – Império do Morro!
É engraçado como as coisas acontecem. Ano passado, assim que terminou o desfile, tomada pela exaustão, decidi que nunca mais voltaria a desfilar numa comissão de frente. Bobagem... nem dois minutos se passaram e eu já estava cantando, pulando e recebendo o restante da Escola no final da avenida. A energia daquele povo, as cores das alegorias e o ritmo frenético do samba me impulsionaram de tal forma que retornei em 2012 de coração aberto.
Nunca fui muito chegada em Carnaval, mas admito que fui conquistada. Esta festa é a demonstração popular mais colorida do nosso povo. Em cada região podemos observar uma forma diferente de manifestação que uni toda a comunidade com um único objetivo: a alegria.
O Carnaval de Corumbá é mais uma grande característica deixada pelos cariocas que alí habitaram. Grandes escolas de samba se formaram no passado e, hodiernamente, temos a maior comemoração carnavalesca da região centro-oeste. São pessoas que trabalham o ano inteiro para garantir diversão nestes quatro dias de folia. Mas não é só em Corumbá que a festança toma conta. Na Bolívia, além da famosa guerra de bexiga d’água ou de tinta, a comemoração também tem caráter espiritual. Incensos são queimados em idolatria à “Pachamama”(Mãe Terra). Essas invocações ancestrais fundem espiritualidade e magnetismo com a evolução do tempo.
Após mais de um mês de ensaio estava ansiosa pelo grande dia. E que dia! Após o último ensaio fui fazer um lanche e percebi que a cidade estava diferente. Era o dia do desfile do grupo especial. As ruas cheias, os bares lotados, o trânsito interditado... Uma verdadeira loucura! Naquela noite, além de muita alegria, beleza e diversão, trariamos um questionamento: "Você move a humanidade ou a humanidade que te move?” Amor, fé, dinheiro, desafio, sonhos... o que te leva a continuar em frente? Este era o tema de 2012.
Consigo ouvir, até agora, a voz de Chico Neller dizendo “Vocês abrem o desfile. Toda a Escola depende de vocês” e a voz de Zé Carlos, o presidente da Escola de Samba Império do Morro, falando que todos dariam o sangue naquela noite. E foi o que aconteceu. Cada vez que o cavaquinho chorava o coração batia mais forte, mais acelerado. Batia como os tambores da bateria. Seguia a aceleração do samba-enredo. E não era apenas o meu coração que pulsava a mil. Éramos quase mil e quinhentos corações buscando o tetracampeonato e isso sem contar com a imensa torcida verde e rosa. Ali, a vibração era o que nos movia!
Não sei se este era o intuito da Escola, mas me pego pensando, até hoje, sobre a pergunta núcleo do tema de 2012. Talvez seja aquilo em que acreditamos que nos move, talvez seja a busca por realizações ou, por que não, apenas o fluxo da vida. Acredito que a resposta cada um buscará a sua. Só sei que minha mente continua inqueta... talvez seja isto o que me move.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Cuerpos y Corporalidades

Recebi o convite para participar de uma rede de estudiosos do corpo e para participar do 1º ENCONTRO LATINO-AMERICANO de INVESTIGADORES SOBRE CORPOS E CORPORALIDADES NAS CULTURAS de 1o a 3 de agosto de 2012
Fac. de Humanidades e Artes, Universidade Nacional de Rosario,
Rosario, Argentina.

Especialmente desde a década de 80, aprecia-se um renovado interesse na reflexão sobre o papel dos corpos e corporalidades nas culturas, que tem levado a um notável crescimento dos estudos realizados a partir de diferentes disciplinas humanísticas e sociais, bem como a uma crescente importância das abordagens interdisciplinares, nas quais combinam-se teorias sócio-antropológicas, históricas, filosóficas, psicológicas, estéticas e inclusive as de inspiração biológica, como as neurociências.
No caso dos diversos países latino-americanos, este interesse pelos modos que os contextos socioculturais atravessam as corporalidades é mais recente e, especialmente na última década, tem se organizando diferentes espaços de discussão sobre o tema. Tal é o caso do Congresso do Corpo Decifrado no México desde 2003, dos grupos de trabalho sobre Antropologia do Corpo nos Congressos de Antropologia Social da Argentina desde 2004, na Associação Latino-americana de Antropologia em 2005, nas Reuniões de Antropologia do Mercosul (na Argentina, no Brasil e no Uruguai) e nas da Associação Latino-americana de Sociologia (no México, na Argentina e no Brasil), ambos desde 2007.
Com a criação da Rede de Antropologia de e desde os Corpos, formada por investigadores/as de diferentes universidades latino-americanas que tem coordenado e participado destes espaços de intercâmbio, decidimos convocar este encontro inter-regional mais amplo, que se propõe a refletir sobre o papel das corporalidades em âmbitos distintos da cultura (como o trabalho, a saúde, a estética corporal, a arte, a religião, o esporte, as diversas instituições, os processos de subjetivação) e também sobre como estas corporalidades são atravessadas pelas problemáticas mais amplas de gênero, raça e etnicidade.
Apesar da diversidade de temas que nos instigam, nós investigadores/as da Rede compartilhamos uma preocupação comum: refletir sobre a complexidade da realidade sociocultural partindo daquilo que acontece nas corporalidades das pessoas - algo elementar mas, ao mesmo tempo, tão substancial que as ciências sociais e as disciplinas humanísticas por muito tempo tenderam a esquecer. Além disso, nos interessa estimular o debate sobre o papel das corporalidades dos investigadores e investigadoras na produção do conhecimento; disto decorre nossa proposta de incluir trabalhos de investigação que se apresentem não só no formato de comunicações orais, mas também através de painéis e de performances.
Em suma, nossa intenção é gerar um encontro integrador de investigações latino-americanas sobre o corpo, capaz de englobar tanto a apresentação de análises empíricas e conceituais, como a discussão de políticas e ativismos. Cremos que a construção compartilhada de perspectivas, métodos e interrogantes contribuirá para a reflexão conjunta e para o diálogo interdisciplinar.
Comitê Acadêmico Latino-americano:
Dr. José Bizerril (Centro Universitário de Brasília, Brasil), Dra. Silvia Citro (Universidade de Buenos Aires-CONICET, Argentina), Dra. Liuba Kogan (Universidade do Pacífico, Peru), Dr. Mauricio List (Universidade Autônoma de Puebla, México), Dra. Elsa Muñiz (Universidade Autônoma Metropolitana Xochimilco, México), Dra. Zandra Pedraza Gómez (Universidade dos Andes, Colômbia).
Comitê Organizador Nacional:
Lic. Yanina Mennelli y Lic. Manuela Rodríguez (Universidade Nacional de Rosario), Dra. Sabrina Mora y Lic. Mariana del Mármol (Universidade Nacional de La Plata), Lic. Patricia Aschieri, Dra. Mariana Gómez y Dra. Mariana Sirimarco (Universidade de Buenos Aires).
Comitê Organizador Nacional:
Julia Broguet, Silvia Dahlquist, Rita Marsili, Yanina Mennelli, Malena Oneglia, Manuela Rodríguez y Carolina Torres (Universidade Nacional de Rosario).
EIXOS DE TRABALHO
1) Imagem e representação do corpo através da história e das culturas
2) Corporalidade, trabalho e vida cotidiana
3) Corporalidade, saúde e práticas terapêuticas
4) Corporalidade, políticas e instituições
5) Corporalidade, violências e criminalidade
6) Corporalidade, rituais e religiosidades
7) Movimento corporal, arte e performances
8) Corporalidade, educação física, esporte e psicomotricidade
9) Corporalidade, gênero e sexualidade
10) Corporalidade, raça e etnicidade
11) Corporalidade, idades e generações
12) Perspectivas teóricas e metodológicas sobre os corpos e corporalidades na
cultura
ATIVIDADES GERAIS
No contexto deste congresso, além dos grupos de trabalho, se preveem as siguintes atividades gerais:
Conferências:
- Prof. convidado Dr. Thomas Csordas
A conferência inaugural do congresso será proferida pelo Prof. Csordas, da Universidade da Califórnia, San Diego, que visitará a Argentina graças a um subsídio da Fundação Fulbright (por meio do Fulbright Specialist Program gerida pela Equipe de Antropologia do Corpo da Universidade de Buenos Aires).
- Professores da Rede de Antropologia de e desde os Corpos
Os membros da Rede e integrantes do Comitê Acadêmico deste congresso, participarão de uma mesa redonda na qual se apresentará um estado da questão dos estudos sócio-antropológicos sobre o corpo em cada um de seus países, para debater sobre as principais temáticas e desafios que este campo de estudos gera hoje.
Plenário Final de Discussão Geral:
Propõe-se que cada grupo de trabalho efetue uma síntese das principais temáticas e discussões abordadas durante o encontro, para ser presentadas pelos/as coordenadores/as no plenário final de discussão geral.
Exposição de painéis e fotografias.
Venda de livros e revistas
Durante os dias do congresso, haverá um estande para a venda de revistas e livros sobre a temática.
MODALIDADES e PAUTAS DE PARTICIPAÇÃO
A apresentação de trabalhos incluirá três modalidades: exposição oral, performance e painel.
Os interessados em apresentar trabalhos em qualquer das três modalidades deverão enviar um RESUMO de 250 palavras e um CV de 150 palavras ao seguinte e-mail: antropologiadelcorpo@gmail.com, até 31 de Março de 2012.
No cabeçalho do RESUMO deverá constar:

Título do trabalho
Nome e sobrenome do/a autor/autora
grupo de trabalho em que deseja participar
modalidade de participação (oral, painel, performance)
títulação acadêmica
local de trabalho e/ou inserção institucional (cargo e instituição)
endereço, telefone e e-mail.

Os RESUMOS e CVs deverão ser apresentados em fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento 1,5.
Quem estiver interessado/a em apresentar seu trabalho de investigação na modalidade de performance, além do resumo e do CV solicitados, deverá enviar um vídeo da performance ao seguinte endereço postal (Escuela de Antropologia, 1º Encuentro Latinoamericano de Investigadores sobre Corporalidades en las Culturas, Facultad de Humanidades y Artes – Entre Ríos 758 – CP 2000 – Rosario, Santa Fe – Argentina) ou indicar um sítio web onde esta possa ser assistida. No resumo deverão ser incluídos a temática e/ou eixos de discussão que se propõem trabalhar na performance, a duração da obra e os recursos espaciais e técnicos necessários (detalhando os elementos que podem ser providenciados pelo próprio grupo/autor). Esclarecemos aos/às investigadores/as-performers que a duração das obras não poderá exceder 30 minutos e que necessariamente debeverão estar vinculadas a um grupo de trabalho.
Os idiomas do encontro serão espanhol e português.
Para facilitar a discussão dentro de cada grupo, o número de participações se limitará a 20 trabalhos na modalidade comunicação oral e a 1 ou 2 trabalhos na modalidade de performance. Somado a isto, a seleção dos trabalhos se realizará com base nos critérios habituais de coerência, originalidade e clareza expositiva dos resumos, buscando manter, além disso, a diversidade temática e a representatividade dos países participantes.
Caso haja um número maior de trabalhos que cumpram estes requisitos mas não contemos com o tempo suficiente para expô-los, será oferecida aos/às autores/as a possibilidade de apresentar um resumo de suas investigações na modalidade de painéis, os quais serão expostos em cada grupo de trabalho.
Os critérios para a apresentação dos trabalhos finais serão detalhados nas próximas circulares.
CUSTO DE INSCRIÇÃO
Expositores docentes e/ou graduados: $ 200.- (pesos argentinos)
Expositores estudantes: $ 60.- (No momento da inscrição deverá ser apresentada a carteira que certifica a condição estudante universitário/a).
Ouvintes: $ 40.-
Para maiores informações, consultar:
www.antropologiadelcorpo.com / red.antropologiadelcorpo.com
antropologiadelcorpo@gmail.com